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Tudo que Você precisa Saber sobre Atletismo

Hoje, 09/10, é comemorado o dia do atletismo. Aproveitando a data, nós do Blog Educação Física decidimos fazer um texto para que você fique por dentro desse universo, que as vezes não é muito bem explorado.

O atletismo é a forma mais antiga de esporte do mundo, reunindo três modalidades:

  • Corridas;
  • Saltos;
  • Arremessos / Lançamentos.

Os Jogos Olímpicos foram as primeiras organizações esportivas do mundo, idealizados pelos Gregos no ano de 776 a.C., onde pessoas se reuniam para competir no esporte.

Durante muito tempo o esporte mais importante foi o Pentatlo, que consistia em:

  • Lançamento de Dardo e Disco;
  • Corridas;
  • Saltos;
  • Luta Livre.

Em 146 a.C., os romanos conquistar a Grécia, mas não aboliram as provas olímpicas. Porém no ano de 394 d.C., o Imperador romano Teodisio, aboliu os jogos, demorando 8 séculos para acontecer novamente.

Após esse longo período sem competições, os Jogos retornaram a ser disputados e começaram a se  dissipar pelo mundo, sendo organizado pela Inglaterra no século XIX, o atletismo começou a cair no gosto dos ingleses, se tornando seu esporte favorito na época.

Posteriormente o atletismo se espalhou para os outros países da Europa e América. No Brasil, há registros de competições oficiais em 1910.

Sua prática era organizada pela antiga Confederação Brasileira de Desportos – CBD, até ser substituída em 1977, pela atual organizadora, CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo).

Em 1914, a CBD se filiou a IAAF (Federação Internacional de Atletismo Amador), localizado em Londres, que é o organismo regente das competições de atletismo no mundo.

Dessa união surgiu a primeira participação internacional do Brasil, que foi o 1º Campeonato Sul-Americano de Atletismo, em Montevideo (Uruguai).

Destaque em seu continente

O Campeonato Sul-Americano de Atletismo foi disputado no Brasil pela primeira vez em 1937, quando os brasileiros conquistaram seu primeiro título por equipes.

Desde 1974, o Brasil não é superado na competição continental, sendo o único país a estar tanto tempo sem ser derrotada nas áreas geográficas que compõem a IAAF.

Durante a história dos Jogos Olímpicos da Era Moderna (A partir de 1896), o Brasil já conquistou 15 medalhas olímpicas no Atletismo, sendo:

  • 5 de Ouro;
  • 3 de Prata;
  • 7 de Bronze.

Principais Modalidades do Atletismo

 

Corrida de Velocidade

A corrida é uma parte importante do atletismo, pois, além de possuir várias provas, ela é a base para os saltos em distância, triplo e em altura.

Os atletas que utilizam a corrida, precisam treinar e desempenhar da melhor forma possível.

As passadas na corrida, são movimentos balísticos cíclicos, onde o atleta toca o solo alternadamente com cada pé, e ao deixar o solo, o corpo é projetado para frente.

A passada possui três fases:

  • Fase de Apoio;
  • Fase de Propulsão;
  • Fase de Vôo ou Recuperação.

Os músculos envolvidos nas passadas, são:

  • Glúteo Máximo;
  • Isquiostibiais;
  • Quadríceps;
  • Sartório;
  • Tríceps Sural.

Os músculos dos membros superiores ativados durante a corrida são:

  • Deltoide Anterior;
  • Peitoral Maior;
  • Coracobraquial;
  • Deltoide Posterior;
  • Grande Dorsal.

Durante a largada, o atleta inclina o tronco a frente para fazer a força de reação ao solo e sair da posição que exige o bloco de saída. Para essa inclinação, os músculos do abdome e lombar são extremamente importantes.

As provas oficiais de atletismo na categoria adulto (masculino e feminino) são:

  • Corridas Rasas: 100m, 200m, 400m, 800m, 1.500m, 5.000m e 10.000m
  • Corrida com Barreiras: 110m e 400m
  • Corrida com Obstáculos: 3.000m
  • Marcha Atlética: 20.000m e 50.000m
  • Revezamentos: 4x100m e 4x400m

Salto em Distância

O salto em distância consiste em um salto horizontal, que é impulsionado por uma das pernas, em uma área pré-determinada, e aterrissando em uma caixa de areia, colocada no nível do solo, com o objetivo de atingir a maior distância possível.

Para um salto eficiente, é necessário: uma velocidade máxima (controlada) na fase de aproximação, e velocidade vertical na fase de impulsão

O atleta deve controlar três fatores:

  • Velocidade;
  • Ângulo do Salto;
  • Altura da Impulsão.

No estilo grupado, temos quatro fases:

Fase de Aproximação

Os atletas de alto nível utilizam de 35 a 45 metros de distancia para a corrida, que utilizará os seguintes músculos:

  • Glúteo Máximo;
  • Isquiostibiais;
  • Quadríceps;
  • Sartório;
  • Tríceps Sural.

Os músculos dos membros superiores ativados durante a corrida são:

  • Deltoide Anterior;
  • Peitoral Maior;
  • Coracobraquial;
  • Deltoide Posterior;
  • Grande Dorsal.

Fase de Impulsão

O objetivo principal dessa fase é a obtenção da velocidade vertical sem perder a velocidade horizontal, conservando o equilíbrio e aumentando o componente vertical do salto.

Para impulsioná-lo, ele utiliza uma extensão potente das articulações coxo-femural, joelho e tornozelo (isquiostibiais, quadríceps, sartório, tríceps sural) e ao mesmo tempo a perna de elevação faz a impulsão utilizando a flexão coxo-femural (iliopsoas, quadríceps, pectíneo e sartorio).

Assim entra a ação dos braços auxiliando a elevação do centro do corpo (trapézio fibras superiores e médias, elevador da escapula, romboides, deltoide anterior e médio, peitoral maior, coracobraquial e supra-espinhal).

Fase de Voo

O atleta leva suas pernas a frente com joelhos estendidos ao máximo, os braços ficam a frente, e o voo ocorre com o corpo em posição sentada. Utilizando os músculos:

  • Trapézio Fibras Superiores;
  • Deltoide Anterior;
  • Peitoral Maior;
  • Reto Abdominal;
  • Iliopsoas;
  • Reto Femural.

Fase de Queda

O objetivo da queda é o atleta buscar o ponto mais longe possível da tabua de impulsão. Como o centro de gravidade se projeta muito a frente, o atleta deve cair sem sentar na areia no momento que toca o chão.

O tronco e os braços devem ficar a frente, entre os joelhos, facilitando o movimento do corpo para frente na queda.

Nesse momento, os músculos envolvidos são:

  • Deltoide;
  • Peitoral;
  • Reto Abdominal;
  • Glúteo Máximo (Excêntrico);
  • Isquiostibiais;
  • Tríceps Sural.

Salto Triplo

Basicamente, o salto triplo é uma corrida de aproximação e de três saltos consecutivos, diferentes entre si. No primeiro salto, o atleta bate na tabua de impulsão com um pé, e deve cair sobre ele. No segundo salto, o pé que dará impulsão é um, e o que será feita a queda é outro.

O terceiro salto, é semelhante ao salto em distância onde o atleta se impulsiona com um pé e faz a aterrisagem na caixa de areia com os dois pés.

Possui as seguintes fases e a musculatura utilizada em cada uma delas

Fase de Aproximação

Idêntica a utilizada no salto em distancia citada anteriormente, com a diferença que, antes de alcançar a tabua de impulsão, o atleta não dá tanta ênfase na elevação do corpo.

Fase de Impulsão

Nesse momento, o atleta executa uma extensão das articulações coxo-femural (isquiostibiais e glúteo máximo em ação concêntrica), do joelho (quadríceps e sartorio atuando concentricamente) e do tornozelo (tríceps sural ativado de forma concêntrica) na perna que está impulsionando, fazendo uma pressão sobre a tabua de impulsão.

Ao mesmo tempo, a outra perna está elevando com flexão coxo-femural (iliopsoas, reto femural), flexão e abdução da gleno-umeral e cotovelos (ação de deltoide anterior e medial, peitoral maior, bíceps).

Fase do Primeiro Salto

No primeiro salto, a perna que elevou se desloca para tras, e a de impulsão flexiona o joelho a frente e vai a frente, estendendo-se e preparando para a próxima impulsão. Os braços movimentam para ajudar no salto.

Fase do Segundo Salto

A perna de impulsão, faz um toque no chão e amortece a queda, seguida de uma grande pressão sobre o solo, realizando extensão de quadril, joelho e tornozelo, enquanto a perna livre vai a frente e pra cima, elevando o centro de gravidade, e os braços acompanham esse impulso.

No segundo voo, os braços se movimentarão para trás (preparando para o próximo salto) e o joelho da perna que sustentará a queda será estendido.

Fase do Terceiro Salto

Na continuação do movimento, o atleta faz a extensão da perna e faz um balanço dos braços a frente e pra cima, buscando elevação do centro de gravidade. Será empregada toda potência no seu esforço de salto do que na velocidade.

Fase de Queda

Muito semelhante ao salto em distância, porem os braços ficam ao lado do corpo e não a frente. Tentam tocar o chão o mais longe possível.

Até agora, percebemos que a musculatura utilizada nas modalidades, são bem semelhantes, por isso foram agrupados pelo atletismo. Mas os atletas de atletismo realizam apenas um estilo.

Apesar de não possuir tradição no atletismo, é um esporte de fácil acesso nas universidades, e algumas escolas, são descobertos talentos. A corrida, por exemplo, pode ser praticada por qualquer pessoa, e tem crescido o número de adeptos, que procuram esse tipo de atividade.

A orientação adequada e a prevenção de lesões, principalmente de joelho, é de extrema importância para o sucesso do atleta e o alcance de metas audaciosas.

Salto em Altura

O salto em altura estilo dorsal, também é conhecido como Fosbury, pois o saltador Richard Douglas Fosbury (EUA) utilizou nas Olimpíadas do México em 1968, batendo o recorde olímpico de 2,24 metros.

A forma de realizar, consiste em transpor o sarrafo de costas, executando uma trajetória parabólica, pois a corrida de aproximação em uma linha circular, e utiliza toda força centrífuga gerada nessa curva.

Possui, como as outras modalidades, algumas fases:

Corrida de Aproximação

A corrida é feita de forma circular, arcos consecutivos, diminuindo os arcos conforme aproxima do ponto de impulsão. A corrida se inicia com a perna contraria do impulso. Um saltador destro, começará a corrida com a perna esquerda.

O sucesso do salto, depende do posicionamento eficiente, alterando a direção do movimento horizontal para o vertical ao mesmo tempo.

Fase de Impulsão

Quando o pé de impulsão toca o solo, no ponto certo, a perna de ataque flete quadril e joelho. Inicia o giro do tronco para a direita, começando o movimento pelo ombro esquerdo, a cervical faz uma rotação para manter o olhar no sentido do salto.

A perna de elevação se mantem fletida, com movimento pra cima e pra dentro acompanhando a rotação do tronco, que está com músculos oblíquos internos e externos e reto abdominal ativados estabilizando o quadril para não deslocar lateralmente.

Por fim, realiza a impulsão com a perna que está apoiada, transformando força horizontal em vertical. E essa perna ativa concentricamente os músculos extensores de quadril, joelho e tornozelo, citados anteriormente.

Fase de Elevação

Nesta fase, o braço do mesmo lado da impulsão continua flexionado, e o outro relaxado ao lado do corpo, os ombros movimentam pra cima e para trás, o quadril é elevado e o centro de gravidade também.

O controle do tronco é muito importante pra não deixar que o quadril abaixe e encoste no sarrafo, pois o mesmo pode cair. Então os músculos que vão realizar este controle, serão os oblíquos internos e externos, reto abdominal.

E para o movimento de pernas, quadríceps da perna de impulso e reto femural da perna de elevação.

Fase de Transposição do Sarrafo

A rotação do tronco, resulta na transposição do sarrafo de costas, e o corpo forma sobre o obstáculo um arco, onde estão atuando músculos extensores de tronco (grande dorsal, quadrado lombar, interespinhais, paravertebrais, rotadores e multifidos), joelhos ficam fletidos, menos que 90º .

Após passar o tronco e o quadril pelo sarrafo, cabeça e ombros estão caindo, é o momento de estender os joelhos para não tocar o sarrafo, contrair abdome para fletir o tronco e assim, elevar um pouco a cabeça e enfim, o corpo cai no colchão de espuma, de costas, sobre as escápulas.

Metodologia do Atletismo nas Escolas

O atletismo no âmbito escolar tem seus fundamentos básicos na educação para os alunos. O esporte está dividido em várias provas:

  • Provas Curtas/ Médias / Longas;
  • Provas com Salto em Distância;
  • Provas com Salto em Altura;
  • Lançamento de Dardo;
  • Lançamento de Disco.

O processo de aprendizagem de cada modalidade conta com um certo nível de dificuldade específico, nesse sentido o profissional de educação física, deve adaptar as regras e aparelhos usados, a fim de ajudar seus alunos e criar um ambiente desafiador.

Resultando em aprimoramento das habilidades e agilidades nas tomadas de decisões do praticante.

Portanto, as regras e modalidades do atletismo podem ser tratadas de forma cognitiva, dando resultado num fator importante para o gosto de seus alunos.

Por ter uma dificuldade um pouco elevado, o ensino do atletismo é recomendado nas séries escolares do ensino fundamental.

O professor tem a necessidade também de motivar sempre seus alunos, pois muitos deles encaram o esporte como algo “sem graça”, preferindo os esportes coletivos.

Muitas vezes professores possuem a dificuldade em introduzir esse esporte em suas aulas, pelo fato de que a disciplina só é trabalhada em dois semestres de sua graduação e em alguns casos o profissional não teve sucesso no atletismo em seu passado, se afastando da modalidade.

Em outros casos, o profissional da educação física opta apenas em mostrar o movimento técnico preocupando-se apenas em ensinar como fazer, sem cobrar o “fazer bem”. Tirando o potencial de seus alunos, que poderiam se destacar nessa área.

Outras Dificuldade do Ensino do Atletismo nas Escolas

Muitos são os fatores utilizados como argumento para o não ensino do atletismo na escola, como:

  • Falta de espaço adequado;
  • Falta de materiais específicos;
  • Por ser um esporte essencialmente individual.

Além disso, como apontou Matthiesen (2005), a mídia transmite uma imagem que prejudica o esporte, associando a imagem de seus praticantes a pessoas bem-dotadas/campeões, que criam um padrão difícil de ser atingido.

A falta de documentos e registros sobre o assunto, também é um empecilho para os profissionais de educação física, fazendo com que se perca muito sobre a história do atletismo.

Assim, quando os profissionais tratam de atletismo no âmbito escolar, é necessário que ele vá além da técnica dos movimentos, tentando ensinar sobre:

  • Sua História;
  • Peculiaridades;
  • Questões Culturais;
  • Grandes nomes do atletismo;
  • Sobre suas competições;
  • Dentre outros assuntos.

É extremamente necessário desenvolver uma pedagogia que não se limite apenas ao ensino dos gestos, mas sim mostrar todo o universo que engloba o atletismo.

Benefícios do Atletismo para a Saúde

O atletismo possibilita diversos ganhos para seu praticante, seja em sua saúde física ou mental, alguns deles são:

  • Desenvolvimento Motor;
  • Crescimento Corporal e Psicológico do Aluno;
  • Melhora na Capacidade Física;
  • Ajuda nas tarefas da vida diária;
  • Inclusão Social;
  • Contribui com a Socialização;
  • Conhecimento do Corpo.

Principais Destaques do Atletismo Brasileiro na Atualidade

Atualmente o Brasil está passando por um excelente momento esportivo, contando com 53 atletas entre os dez melhores do mundo em suas modalidades. Sendo 29 entre os três primeiros e 24 entre os 10. O atletismo não escapa desse quadro, sendo representado por grandes nomes, como:

Almir Júnior

De 25 anos, que há menos de dois anos trocou o salto em altura pelo triplo e se estabeleceu como um dos melhores dos planeta. Neste ano, ele tem a terceira melhor marca internacional e já conquistou uma medalha de prata no Campeonato Mundial Indoor, em Birmigham.

Núbia Soares

Com apenas 21 anos, a atleta já está se destacando nas competições internacionais e atualmente está passando por um ótimo momento em sua carreira. No Metting de Sotteville-Lès-Roue, na França, ocorrida em Julho desse ano, Núbia venceu a prova de Salto Triplo, ultrapassando o recorde brasileiro e o recorde da competição.

Darlan Romani

O atleta de 25 anos também está passando por um momento excelente. Ele disputa a modalidade arremesso de peso e atualmente é o recordista sul-americano da modalidade, onde conseguiu um arremesso de 22 metros, no Troféu Brasil, disputado em Bragança Paulista, no dia 15 de Setembro de 2018.

Andressa de Moraes

De 27 anos, é uma atleta brasileira especializada em lançamento de disco e é a atual recordista sul-americana da prova. Além disso, Andressa já tem experiencia em jogos olímpicos, participando da última edição, que aconteceu no Rio de Janeiro.

Gabriel Constatino 

De 23 anos, Gabriel é atleta de corrida com barrerias, assim como Núbia Soares, ele também teve excelente resultado no Meeting de Sotteville-Lès-Roue, ganhando ouro em sua modalidade. Só nessa temporada, o atleta já subiu no pódio 4 vezes em competições pelo mundo inteiro. O atleta é uma grande esperança para as próximas olimpíadas.

Érica de Sena

Ela é uma atleta brasileira de marcha atlética, sendo um pouco mais velha do que os competidores citados acima, tendo 33 anos de idade. Érica também é recordista Sul-Americana de sua modalidade. Érica coleciona diversas conquistas durante sua carreira. Sua conquista de maior destaque é a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos, em Toronto no ano de 2015.

Conclusão

O atletismo é um dos esportes mais antigos do mundo e que está crescendo muito no Brasil, mas nem tudo é positivo.

A educação física nas escolas ensinam muito pouco o atletismo, se limitando apenas a mostrar o movimento, sem se preocupar em melhorar o desempenho dos alunos, prejudicando a criação de novos atletas.

Apesar disso, muitos atletas estão representando muito bem nosso país em competições internacionais, como no Campeonato Sul-Americano de Atletismo, onde muitos brasileiros foram premiados.

As expectativas para o esporte é de evolução, mas os profissionais de educação física precisam aprender mais sobre isso em sua formação, para poderem passar todo seu conhecimento a seus alunos.

Referencias Bibliográficas
REVISTA MACKENZIE DE EDUCAÇÃO FÍSICA. -. A História do Atletismo como um Saber Necessário as Aulas de Educação Física: Aprofundando no Estudo de Corrida com Barreiras. 2013.<http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/remef/article/viewFile/4079/4648> Acesso em: 08/10/2018
LECOT, Francisco Matias. O Conhecimento do Conteúdo Atletismo na Educação Física Escolar. 2014. <https://online.unisc.br/seer/index.php/cinergis/article/viewFile/4802/3892> Acesso em: 08/10/2018
MIRANDA, Carlos Fabre. O Corpo das Crianças nas Aulas de Atletismo na Escola. 2012.<http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v32n87/04.pdf> Acesso em:08/10/2018
CARMANINI, Laiana. Historia Do Atletismo. 2014. <https://www.trabalhosgratuitos.com/Outras/Diversos/Historia-Do-Atletismo-373096.html> Acesso em: 08/10/2018

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