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O sonho do corpo perfeito leva muita gente a buscar os mais variados tipos de atividades físicas, desde a tradicional musculação até artes marciais. Isso ajudou a popularizar várias modalidades nos círculos fitness, e uma delas é o Treinamento Funcional.

Esse tipo de treinamento ficou popular por definir o corpo e melhorar a saúde, mas ele também pode ser usado para a correção de patologias e problemas de movimento. É o que chamamos de Treinamento Funcional Terapêutico (TFT).

Em geral, essa modalidade ganhou fama por trabalhar várias musculaturas durante o mesmo exercício, diferentemente da musculação que possui um aparelho para cada uma.

Mas nosso objetivo aqui não é só mostrar como o Treinamento Funcional é uma ótima atividade física. Queremos mostrar também seus diferentes usos que podem ajudar você no tratamento de seus pacientes.

Para orientar mais profissionais dessa área, separamos algumas dicas de como usar o Treinamento Funcional Terapêutico na recuperação de nossos alunos. Além disso, respondemos as cinco questões mais frequentes que recebemos sobre o assunto. Quer saber mais? Então continue lendo!

O que é Treinamento Funcional e qual a sua importância?

Essa modalidade de exercício físico é caracterizada pelo uso de diversas partes do corpo durante seus exercícios.

Diferente da musculação, quem faz esse tipo de treinamento não separa as partes do corpo para trabalha-las, mas usa todo o corpo de maneira integrada.

O Treinamento Funcional pode ser utilizado em várias áreas como:

  • Aumento da performance;
  • Reabilitação;
  • Prevenção;
  • Estética.

Uma outra vantagem é seu foco em movimentos relacionados ao dia a dia do aluno ou paciente. Mas por que nosso aluno precisa praticar movimentos rotineiros durante o treino?

Muitas vezes quem pratica atividades físicas realiza exercícios que tem pouco ou nada a ver com suas verdadeiras necessidades. O que quer dizer que eles não corrigem movimentos disfuncionais e mantém desequilíbrios e problemas musculares que podem causar dores ou lesões futuras.

Já os praticantes do Treinamento Funcional não correm esse risco. Eles têm seus exercícios adaptados para necessidades individuais. Durante seu condicionamento, eles desenvolvem não só força, mas também flexibilidade, equilíbrio e corrigem movimentos.

Um profissional do condicionamento físico que deixa seus alunos realizarem atividades que não são funcionais (ou seja, não relacionadas às necessidades de seu corpo), perde eficácia em seus treinamentos e, consequentemente, credibilidade como profissional.

Por isso é importante conhecer as aplicações do Treino Funcional, mesmo trabalhando em outras áreas do condicionamento físico.

Treinamento Funcional como exercício corretivo

Agora que todos já sabemos como é importante usar os conceitos do Treinamento Funcional em nossos alunos, chegou a hora de entender como ele serve para exercícios corretivos.

Primeiramente, vale a pena lembrar que o Treinamento Funcional pode ser caracterizado como exercício corretivo só pelo fato de trabalhar movimentos rotineiros e disfuncionais do aluno.

O trabalho integrado característico do Treinamento Funcional Terapêutico nos auxilia a atingir nosso objetivo de corrigir todo o corpo que compensou por causa de algum desequilíbrio muscular. Nunca queremos consertar só uma coluna ou um joelho, mas sim todo o aluno.

Durante os exercícios corretivos precisamos transferir as funções espalhadas pelo corpo. Pense que se aquele aluno está com dificuldades em certa região ele certamente compensou em outra parte. A compensação fez com que algumas musculaturas tivessem suas funções alteradas.

Por isso, só podemos chamar de exercício funcional aquele que realiza a transferência de funções das musculaturas e articulações.

A maioria dos pacientes que chegam para nós buscando treinamento ou reabilitação tem dificuldade em algum movimento. O motivo é o uso errado de musculaturas, articulações e outras regiões.

Para que o exercício corretivo funcione da maneira esperada precisamos fazer duas coisas: descobrir os problemas através de uma avaliação funcional de movimento e encontrar soluções. Em geral, o problema é um desequilíbrio muscular ou articular que pode gerar compensações.

Então a solução que precisamos encontrar é uma correção dessas disfunções. Todos os exercícios funcionais que damos aos alunos são oportunidades para encontrar erros e corrigi-los, fazendo com que o praticante recupere as funções de seus movimentos.

Como saber o limite dos exercícios

Assim como algumas pessoas se apaixonam, conhecem uma modalidade física e nunca mais a abandonam, há também aquelas que se assustam na primeira aula e não voltam mais.

Isso vale para exercícios corretivos e para quem pratica exercícios para melhorar a saúde.

Um dos motivos de seu paciente ou aluno desistir do tratamento está na dificuldade dos exercícios apresentados. O fator desafio é um dos grandes motivadores para muitos praticantes do Treinamento Funcional. Mas algo desafiador demais começa a desmotivar.

Precisamos elaborar exercícios que estejam desafiadores, mas parem no limite da habilidade do aluno. Se ele encontrar uma atividade que é difícil demais para ser realizada pode até desistir ou, nos piores casos, criar ainda mais problemas em seu corpo.

Quando o instrutor propõe um desafio para o paciente, precisa ter certeza que ele consegue cumprir. Essas experiências são arriscadas para o corpo do aluno e o sistema nervoso, que reprograma suas funções motoras através desses desafios.

Além disso, um paciente que consegue completar o exercício também se sentirá realizado e pronto para o próximo exercício.

Cuidados com a dor

A dor é um aviso que alguma coisa está sendo feita de maneira errada, pode ser por falta de habilidade, força ou flexibilidade

Quando vemos que o aluno sente dor ao realizar certo movimento é evidência que ele não está preparado para ele. A dor acaba com o controle motor e a percepção de movimento. Um aluno com dor realiza movimentos da maneira errada e fica em posturas incorretas.

Quando insistimos realizar aquele movimento que causou desconforto ele pode compensar ainda mais em outras musculaturas e criar mais um desequilíbrio que precisaremos corrigir posteriormente.

Os novos desequilíbrios gerados pelo exercício mal feito levam a mais dor, criando um ciclo vicioso que se torna cada vez mais difícil de quebrar.

Em casos de pacientes com dor aguda, nossa recomendação é fornecer um alívio para a dor em primeiro lugar. Só mais tarde é possível evoluir essas pessoas para exercícios mais complexos.

Primeiros passos no Treinamento Funcional Terapêutico

Já vimos o que não podemos trabalhar, no caso exercícios ou posições que gerem dor ou desconforto no paciente. Agora estamos prontos para começar o Treinamento Funcional Terapêutico.

Em qualquer processo de reabilitação usando Treinamento Funcional Terapêutico precisamos começar trabalhando a base (core) do aluno. Alguém com a base fraca terá extrema dificuldade em realizar boa parte dos exercícios.

Imagine que você está trabalhando com um aluno que tem um problema de movimento, por exemplo, uma cervicalgia. O ideal é começar fortalecendo o centro dele, mesmo que isso queira dizer não começar trabalhando com a área diretamente afetada.

Precisamos começar dessa maneira para que nosso aluno ganhe percepção da postura. Muitos problemas corporais são causados por posturas erradas, e iniciar o exercício sem ter uma boa força de centro pode não ser uma boa ideia.

Além disso, quanto mais forte o centro maior será a força e nas extremidades, alguns estudos já mostraram que quando nós ativamos o transverso abdominal, músculos da extremidade são ativados com uma maior eficiência. Agora, precisamos saber qual tipo de exercício usar no tratamento.

Exercício corretivo ou exercício de força

Encontramos muitas dúvidas sobre a maneira de usar os exercícios funcionais durante o treinamento. Podemos fazê-lo de duas maneiras: usando o treinamento corretivo ou usando o treinamento de força.

Mas qual será o mais adequado para nossos pacientes?

Tente pensar nesses dois tipos de treinamento como legumes e carne. Os legumes são exercícios corretivos, extremamente necessários para que o corpo fique saudável. Já o treinamento de força é a carne, que também é importante para o organismo.

Numa dieta balanceada é necessário comer todos os tipos de coisas: frutas, cereais, legumes, carnes e carboidratos; por isso, se a dieta é assim, então os exercícios também devem ser.

O aluno precisa de ambos os alimentos – as carnes e os legumes – e ambos os exercícios, os corretivos e os de força. Porém, eles precisam estar em quantidades diferentes. O corretivo vem em maior quantidade que o de força, mas por quê?

A intenção de um exercício corretivo é solucionar um problema ou erro de movimento do paciente. De que adiantaria treinarmos a força muscular do aluno se ele não consegue se movimentar direito?

O Treinamento Funcional Terapêutico exige que procuremos primeiro os problemas, depois encontremos solução e só mais tarde comecemos a investir na força e habilidades físicas. O trabalho de força será muito mais eficiente quando o corpo estiver preparado.

Ciclo do Treinamento Funcional Terapêutico

Quando estamos trabalhando com Treinamento Funcional Terapêutico precisamos seguir um ciclo. O primeiro passo é bastante óbvio, descobrir o problema, ou problemas, do paciente através de uma boa avaliação.

Como já mencionamos antes, para conseguirmos chegar ao trabalho de força, a base precisa estar estável. Nós não podemos esquecer que além de estabilidade o corpo precisa ter mobilidade.

Aí está a resposta para um treinamento eficiente. A mobilidade das articulações é essencial para um movimento harmônico e para consertar erros que o paciente possa cometer.

Um conceito importante de conhecermos na hora de trabalhar mobilidade articular é necessidade primaria de cada uma delas. Você sabia que algumas articulações têm a função de garantir mobilidade e outras estabilidade?

Sabendo como cada uma das articulações trabalha e suas necessidades, conseguimos aplicar exercícios mais funcionais para o aluno. Mas não é preciso decorar como cada parte opera, para te ajudar separamos a seguinte lista que mostra as relações de articulações:

  • Cervical: mobilidade;
  • Ombro: estabilidade;
  • Espinha torácica: mobilidade;
  • Coluna lombar: estabilidade;
  • Quadril: mobilidade;
  • Joelho: estabilidade;
  • Tornozelo: mobilidade;
  • : estabilidade.

Você pode estar se perguntando por que deve conhecer tanto sobre articulações. É comum que a lesão de certo aluno tenha sido causada por disfunções nas articulações. E assim como nas musculaturas, problemas em uma articulação comumente dores em uma articulação distante.

Articulações com função de mobilidade, por exemplo, costumam apresentar o problema de rigidez. Quando esse local não tem mobilidade apropriada, o corpo se adapta e passa a mobilidade para outra região que passa a agir de forma disfuncional. Por exemplo uma falta de mobilidade no quadril pode gerar um problema na lombar ou no joelho.

O resultado é dor ou problemas nos movimentos de regiões relacionadas que tiveram suas funções alteradas. E resolver o problema depende das articulações, por isso conhecer a necessidade primária de cada articulação é o primeiro passo do Treinamento Funcional Terapêutico.

Esse problema de rigidez é bastante comum porque nossas posições e atividades do dia a dia tendem a isso. Por isso o Treinamento Funcional Terapêutico precisa consertar o defeito para evitar que uma lesão ou patologia surja devido à essas atividades.

Mas lembre-se de nunca focar somente numa articulação, musculatura ou região qualquer do corpo! Todas as partes influenciam no todo e precisamos trabalhar o corpo inteiro de uma vez para que o tratamento funcione.

Depois de corrigir erros relacionados a mobilidade seguimos para o tratamento da estabilidade nas articulações e musculaturas.

O que trabalhar no Treinamento Funcional Terapêutico

O Treinamento Funcional Terapêutico pode ser usado para tratamento de patologias, lesões e outros problemas dos pacientes, isso já mencionamos. É importante lembrar também que ele tem foco nos problemas globais.

Mas trabalhar estabilidade e mobilidade não é o suficiente para resolver patologias. Qualquer profissional que use o Treinamento Funcional Terapêutico precisa estar atento a algo importantíssimo que também é um fator causador de problemas: as assimetrias.

Quanto mais assimetrias existentes no corpo, mais compensações acontecerão. Essas compensações levam a disfunções em todo o resto do corpo, provocando lesões, problemas de movimento e possivelmente dor e patologias.

Isso é feito através de exercícios que treinam:

  • Força;
  • Potência;
  • Resistência.

Liberação fascial

A liberação das tensões será muito importante no nosso tratamento, tanto nas fases inicias para liberar possíveis tensões da falta de movimento, como nas fases finais para melhorar a tensão do excesso de exercício.

Liberar a tensão miofascial ajuda a resolver problemas de assimetria. Mesmo que o profissional corrija problemas de movimento, sem liberar a tensão surgirão novas compensações e lesões. Então esse é um passo essencial. Outro benefício da liberação é a melhora do controle motor.

Costumamos encontrar a seguinte situação em academias e com praticantes de exercícios físicos: gente fazendo a liberação sem realmente saber como. Eles vêm que é indicado e usam os rolinhos e outros equipamentos de qualquer jeito.

Nós precisamos orientar da maneira adequada como realizar a liberação miofascial para que seus alunos a usem de jeito eficiente.

Costumamos pressionar por mais ou menos um minuto o ponto dolorido. Não deixe que seu aluno pressione o ponto por uns 4 ou 5 minutos de qualquer jeito, oriente para que ele passe o rolinho no local certo e da maneira certa.

Outra observação importante é orientar a evitar as articulações durante a liberação miofascial. Se alguém passar o rolo no joelho, por exemplo, ele provavelmente vai se machucar.

DICA: Mesmo em alunos que não apresentam patologias ela é importante por ajudar na prevenção de lesões futuras e alívio de dores musculares.

Exercício de liberação miofascial

A liberação miofascial é um dos melhores trabalhos para tecidos moles que podemos fazer. Locais importantes onde devemos trabalhar a liberação:

  1. Glúteo e piriforme;
  2. Isquiotibiais;
  3. Gastrocnêmios;
  4. Tensor da Fáscia lata;
  5. Adutores;
  6. Quadríceps;
  7. Fáscia Toracolombar;
  8. Dorsais.

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Na imagem acima podemos conferir alguns exemplos de liberação feita com o Foam Roller.

Você deve realizar a liberação miofascial principalmente em fases iniciais de tratamento, independente da patologia com a qual esteja trabalhando. Ela garantirá que a tensão muscular e pontos gatilhos não se tornem um problema posteriormente.

Muitas pessoas nos perguntam por quanto tempo devem fazer liberação miofascial. Depende bastante do caso e do aluno.

Algumas fáscias serão mais fáceis de trabalhar em certos pacientes que exercitam mais a região, enquanto em outros os resultados demorarão mais para aparecer.

Nosso conselho é: se o aluno continuar sentindo dor ou incômodos, quer dizer que precisa liberar mais. Sempre avalie aluno por aluno evitando fórmulas de “bolo” prontas.

4 coisas que precisa saber sobre liberação miofascial

  1. Após realizar um bom trabalho de liberação miofascial, ficará mais fácil de você trabalhar a flexibilidade de seu paciente;
  2. É importante lembrar que em todas as fases a base do paciente precisa de atenção especial. Pessoas com dor lombar, por exemplo, costumam ter o glúteo pouco ativado. Um bom trabalho de base ajuda para uma recuperação mais eficaz;
  3. Músculos anteriores do quadril como o psoas e ilíaco também precisam de trabalho de flexibilidade. Eles são parte do que sustenta todo o movimento do corpo;
  4. Os músculos flexores do tronco, apesar de encurtados, estão fracos, então é muito importante trabalhar o fortalecimento desse grupo muscular.

6 perguntas mais frequentes sobre Treinamento Funcional Terapêutico

1. Qual é a diferença entre Treinamento Funcional e Treinamento Funcional Terapêutico?

Treinamento Funcional Terapêutico nada mais é do que o próprio Treinamento Funcional. Ambas as modalidades utilizam os mesmos conceitos, princípios, acessórios e equipamentos.

Mas então por que o nome é diferente?

Chamamos de terapêutico para mudar a ideia que as pessoas têm sobre o Treinamento Funcional. Muita gente pensa que ele consiste em bater corda, pular em caixa e fazer outros exercícios pesados para tonificar o corpo.

Na verdade, ele foca em consertar as funções do corpo, tornando os movimentos funcionais e melhorando a saúde do aluno. Ao mudar o nome conseguimos fazer com que a pessoa perca o medo de praticar e encontre motivação.

2. Qual exercício do Treinamento Funcional Terapêutico é indicado para hérnia de disco?

Tanto no Treinamento Funcional quanto no Pilates não existe receita milagrosa para uma patologia. O que existe é um exercício para uma pessoa.

Nunca procure ver a hérnia de disco em uma pessoa, trate uma pessoa com hérnia de disco. O Treinamento Funcional Terapêutico avalia o indivíduo para descobrir qual é realmente o problema.

Pese numa pessoa com dor. Será que é realmente a hérnia que está causando a dor? Não existe outro desequilíbrio muscular, tensão ou disfunção que influencia?

Algumas vezes um exercício que é bom para esse paciente é péssimo para o outro. Não podemos ficar presos a receitas de exercícios para essa ou aquela patologia.

Um profissional que use os conceitos do Treinamento Funcional Terapêutico deverá analisar o aspecto global do aluno. Trabalhe o equilíbrio muscular de acordo com aquela pessoa, não a patologia.

3. O Treinamento Funcional Terapêutico pode ser usado para um trabalho preventivo?

Mesmo que a pessoa não apresente lesões ou patologias, ela pode certamente realizar o Treinamento Funcional. Ele é voltado para a melhora do corpo, então realizar essa atividade diminuirá muito o risco de sofrer uma lesão.

Graças ao equilíbrio articular e muscular promovido por esse tipo de treinamento, seu paciente estará pronto para se movimentar com maior segurança.

4. O Treinamento Funcional Terapêutico melhora o desempenho esportivo?

Sim. Por diversos motivos. Ele previne a lesão, então atletas (mesmo os profissionais) podem dedicar mais tempo aos treinos por evitar aquele tempo de descanso após a lesão. Especialmente atletas profissionais, que conseguirão evitar a queda de seu rendimento.

O Treinamento Funcional Terapêutico também melhora o funcionamento do corpo, dando maior mobilidade, estabilidade, força e concentração para esse atleta.

5. Quem pode fazer Treinamento Funcional Terapêutico?

Ao falar de Treinamento Funcional muitas pessoas pensam que é uma atividade reservada a atletas ou indivíduos com bom condicionamento físico. A realidade é que todo mundo pode fazer.

Desde uma criança até idosos e atletas de alto rendimento, todos eles conseguirão se beneficiar do Treinamento Funcional Terapêutico. O TFT possuem a vantagem de ser muito flexível que não exige equipamentos caros para fazer.

6. Quem pode aplicar o Treinamento Funcional Terapêutico?

O Treinamento Funcional Terapêutico pode ser aplicado tanto pelo profissional da Educação Física, quanto pelo fisioterapeuta, basta ser utilizados em alunos/pacientes que buscam trabalhos preventivos e que melhorem seus movimentos.

Conclusão

O Treinamento Funcional ganha cada vez mais reconhecimento como uma atividade física saudável e eficiente, mas esse não é seu único fim. Através de seus conceitos conseguimos utiliza-lo como Treinamento Funcional Terapêutico.

O segredo de sua eficiência para tratamento e reabilitação está na correção de movimentos. Muitas patologias e lesões são oriundas de movimentos feitos de maneira errada ou musculaturas disfuncionais.

Exercícios funcionais têm como objetivo corrigir as funções musculaturas e articulares para que os movimentos sejam realizados da maneira correta. O resultado é melhora de problemas do paciente e muitas vezes até a diminuição da dor.

E para chegar a um resultado desse tipo, é necessário seguir um tipo de ordem no tratamento. Começa-se pela avaliação, descobrir onde está o desequilibro é o ponto mais importante do tratamento. Posteriormente aplica-se ao trabalho estabilidade e mobilidade articular e finalizamos com treino de força, resistência. Nunca esquecendo do trabalho de base.

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