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O início de 2020 nos trouxe diversas reflexões. Entre elas, uma que jamais imaginaríamos enfrentar: quais são os melhores métodos de prevenção ao COVID-19?

Enfrentar uma pandemia nos faz pensar sobre o comportamento da sociedade contemporânea. Sociedade, essa, que é caracterizada pelo sedentarismo (46% da população brasileira, segundo dados da Organização Mundial da Saúde) e não dá a devida atenção às informações e orientações dos órgãos de saúde.

Esse quadro se estende na alimentação, nos cuidados pessoais, nos recursos eletrônicos e mecânicos, na saúde corporal e mental, entre outros. Podemos observar que, quando se trata de saúde pública, o assunto é amplo e requer os devidos cuidados tanto das autoridades de saúde quanto da população.

Isso significa que estamos falando de cuidar de aproximadamente 7,7 bilhões de pessoas no mundo todo sendo que, desse número, aproximadamente 210 milhões estão no âmbito nacional brasileiro.

Agora imagine uma sociedade desinformada e/ou desatenta. Quais as consequências disso?

As consequências dos hábitos (ou da falta deles) na população

Em meio às condições citadas anteriormente, surgiu no final do ano passado (2019) a informação de mortes na China. A causa ainda era desconhecida, e os sintomas comuns entre os afetados eram parecidos com os de uma virose.

Dias mais tarde houve a descoberta de sua origem e denominação: trata-se de uma nova variação do Coronavírus que, em humanos, é capaz de causar uma (também nova) doença conhecida como COVID-19. A partir disso, inúmeras informações a respeito do vírus foram propagadas, misturando-se a inverdades e dificultando o trabalho dos órgãos da saúde. Entre verdades e mentiras, uma dúvida sempre estava presente: e a prevenção ao COVID-19? Como é possível manter-se a salvo da doença?

A força tarefa das bases científicas ao redor do mundo foi intensificada e a produção de experimentos acelerou. Apesar disso, até o presente momento não houve uma padronização e consenso definitivos sobre seu tratamento.

Lockdown: a primeira forma de prevenção ao COVID-19 

Até pouco tempo atrás, acreditava-se que o vírus não era transmitido entre pessoas, como afirmou a Organização Mundial da Saúde em publicação em rede social no dia 14 de janeiro. Em tradução livre, a OMS afirmou que “Investigações preliminares conduzidas por autoridades chinesas não encontraram evidências claras da transmissão de pessoa para pessoa do novo coronavírus identificado em Wuhan, China”.

Essa informação foi posteriormente desmistificada. Com o conhecimento atualizado sobre o vírus, e diante a pandemia originada pelo crescimento do número de óbitos ao redor do mundo, a atitude tomada foi a de que seria necessário implantar o método de Lockdown, que significa “bloqueio”, como uma forma de prevenção ao COVID-19.

Para atingir o objetivo de bloquear a transmissão do vírus, o governo chinês decretou estado de emergência e, consequentemente, impôs a quarentena a toda sua população. Com isso, evitou-se consideravelmente a probabilidade de contato com o(s) portador(es) do vírus e também com os objetos tocados pelos indivíduos contaminados. 

Transmissão do Vírus: evitá-la é uma prevenção eficaz ao COVID-19

Ainda existem muitas dúvidas em relação a quais são as formas de transmissão desse novo vírus. As principais são:

  1. Contato com gotículas e/ou secreções (saliva, espirro, tosse, catarro) do portador do vírus através dos orifícios como olhos, boca e nariz;
  2. Contato com a superfície de um objeto contaminado;
  3. Através do ar;

Exemplo: 

Um indivíduo contaminado e apresentando os sintomas de COVID-19 vai ao hospital em busca de diagnóstico de sua situação clínica. Antes de sair, ele se despede do seu filho e da sua esposa e, ao falar, emite gotículas salivares no rosto do filho e na boca de sua esposa. Nesse caso, é possível que tenha ocorrido o primeiro tipo de transmissão. 

Em seguida, ele limpa a secreção do nariz e toca a maçaneta da porta para sair de casa, contaminando-a. Sua esposa em seguida toca a mesma maçaneta para fechar a porta e sem perceber coça o nariz. Aí ocorreu o segundo caso de transmissão, no qual as partículas são levadas às mucosas do corpo. 

Já no hospital, sentado na sala de espera ao lado de um homem (à sua esquerda) e uma mulher (à sua direita), o indivíduo começa a tossir sem proteger a boca, emitindo gotículas ao ar ambientado pelo ar condicionado. Esse é o caso do terceiro tipo de transmissão. 

É importante lembrar, porém, que é possível que portadores do vírus não apresentem sintomas da doença. Por isso, é necessário tomar todos os cuidados possíveis para potencializar a prevenção ao COVID-19.

Assim sendo, existem algumas atitudes que devemos tomar para reforçar a prevenção ao COVID-19, como:

  • Procure lavar bem as mãos com água e sabão com frequência;
  • Caso não possa lavar as mãos, use álcool em gel;
  • Se precisar espirrar ou tossir, cubra o nariz e boca;
  • Evite ao máximo aglomerações;
  • Caso precise sair de casa, mantenha o mínimo de 1 metro de distância de outras pessoas;
  • Mantenha sempre os ambientes bem ventilados
  • Não compartilhe objetos pessoais como copos e talheres;

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Segunda forma de prevenção ao COVID-19: o sistema imunológico

Uma análise superficial do método Lockdown nos leva a perceber que ele pode ser realmente efetivo num primeiro momento enquanto método de prevenção ao COVID-19. Apesar disso, mesmo com essa medida alguns casos de transmissão ocorreram, ocorrem e ocorrerão.

Isso acontece porque é muito provável que, em algum momento, a grande maioria das pessoas sejam expostas ao vírus devido às necessidades de manutenção de suas vidas, como idas a mercados e farmácias. 

A segunda linha de prevenção ao COVID-19 seria, portanto, o sistema imunológico das pessoas. Sistema, esse, que é totalmente dependente de sua genética, idade, doenças (crônicas ou agudas), administração de medicações momentânea e/ou permanente, alimentação, estresse (físico ou mental), entre outros fatores.     

O sistema imunitário tem por função manter a homeostase (equilíbrio) do nosso sistema fisiológico através da manutenção celular; dessa maneira, ele é capaz de nos defender de corpos estranhos.

Um sistema imunológico disfuncional, por exemplo, pode trazer uma série de problemas para a saúde da pessoa, seja de ordem aguda ou crônica. É por isso que continua-se valorizando a primeira linha de combate ao vírus é realmente essencial, uma vez que deixar por conta da individualidade biológica seria o equivalente a voltarmos aos tempos da seleção natural.

Diante das informações supracitadas, chegamos ao ponto crucial da reflexão…

Por que fomos pegos de surpresa nessa “guerra” biológica?

Nossos superiores (“capitães”, “generais”, etc) não estavam preparados essa situação? Nossos “soldados” estavam despreparados fisicamente e mentalmente? Nossas “armas” de combate não são tão sofisticadas assim? 

Deixando de lado o sentido figurado, é essencial que adotemos, por força maior, hábitos saudáveis (tanto mental quanto fisicamente) para que possamos auxiliar na capacidade do nosso sistema imunológico de nos proteger e na prevenção ao COVID-19 para a sociedade como um todo.  

Dicas para auxiliar seu sistema imunológico na prevenção ao COVID-19

Como o sistema imunológico é considerado essencial na prevenção ao COVID-19, é natural e essencial que usemos esse ponto a nosso favor, tomando algumas atitudes que podem favorecer nossa saúde. Algumas das principais coisas que podemos fazer em favor da nossa imunidade são:

  • Não permaneça ocioso por muito tempo;
  • Continue realizando suas tarefas domésticas;
  • Pratique atividades físicas de intensidade leve ou moderada;
  • Opte por uma alimentação saudável aliada às atividades;
  • Não faça dietas restritivas;
  • Não se submeta a altos níveis de estresse; 

Conclusão

Sabemos que a situação que estamos enfrentando nesse momento é inesperada e causa medo. Apesar disso, dispomos de uma série de modos de potencializar ao máximo a prevenção ao COVID-19, como mostrado no texto. 

Por isso, é importante lembrarmos sempre de manter nossa saúde física e mental em dia. Assim, estaremos seguros e protegidos.