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O Papel do Profissional de Educação Física na Sociedade

professores

Historicamente a Educação Física sempre esteve muito ligada às ciências humanas e do esporte. O corpo analisado em suas diferentes dimensões era entendido como a via de interação entre homem e sociedade. O esporte também serviu como instrumento pedagógico da Educação Física. De tal modo que há uma influência significativa no desenvolvimento da formação individual através da prática social.

Há aproximadamente três décadas atrás a graduação se pautava em um conhecimento muito prático, sem a existência de uma estrutura robusta de conhecimento teórico e científico. Nessa época, era muito comum que o graduando em Educação Física tivesse que desenvolver muito suas valências físicas para ser aprovado nas disciplinas do curso, já que a habilidade motora era muito valorizada no profissional.

Essa visão era fruto da forte relação entre o esporte e as aulas de Educação Física (BRACHT, 2003). Os cursos de licenciatura em Educação Física desse período atendiam muito bem à demanda profissional desse contexto.

Nas últimas décadas, pelo próprio desenvolvimento científico no campo das ciências médicas e da saúde, a Educação Física passou a ser peça chave na prevenção e no tratamento de diversas doenças e na própria promoção da saúde. Foi então que o Conselho Nacional de Saúde através da resolução n° 218 de 6 de março de 1997, reconheceu os profissionais de Educação Física como Profissionais de Saúde, e em seguida houve a regulamentação da profissão através da Lei 9.696/1998 com a atuação do sistema CONFEF/CREFs.

Ciente da importância do profissional de Educação Física na promoção da saúde, o  Ministério da Saúde incluiu a atividade física no Sistema Único de Saúde (SUS). As atividades são vistas como um importante elemento para desenvolver a qualidade de vida na população. Clínicas, academias e centros de reabilitação física passaram a funcionar com a figura do profissional de Educação Física.

Essa mudança refletiu também nos currículos de formação profissional. No início dos anos 2000 os currículos dos cursos de Educação Física foram modificados. A partir disso, foram criados cursos separados para a licenciatura e o bacharelado, formando profissionais com atuações diferenciadas na sociedade.

O licenciado em Educação Física atua na docência da Educação Básica, na escola. Já o bacharel é um profissional capaz de intervir acadêmica e profissionalmente nos campos da prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, na educação, projetos sociais, esportes, lazer e gestão de empreendimentos dessa área.

O licenciado em Educação Física, historicamente falando, já tem legitimado um lugar específico de atuação, a escola. O bacharel em Educação Física, contudo, vem formando sua identidade profissional agora, já que a regulamentação da profissão é recente. Atuando frequentemente como técnicos, treinadores, gestores e empreendedores os bacharéis em Educação Física são profissionais que também ensinam, mas com outro modo de intervenção (NUNES M.P. et al, 2012). Esse é o grande desafio da formação do bacharel em Educação Física no Brasil, achar sua própria identidade profissional.

Características do Profissional de Educação Física

Profissional de Educação Física Dando Aula para Crianças

Com a ampliação na área de atuação do profissional de Educação Física também foram desenvolvidas as competências precisas para apresentar a realização de um bom trabalho. Abaixo encontram-se as características fundamentais necessárias ao ótimo exercício da profissão nos dias atuais:

Competência Pedagógica e Técnica

É fundamental que o profissional de Educação Física tenha uma formação que o capacite a preparar aulas e treinamentos adequados a seus alunos/clientes. Além de conhecer as principais estratégias apontadas pela ciência para elaboração de um treinamento físico seguro e eficaz e de aulas pedagogicamente adequadas a cada estágio do desenvolvimento dos seus alunos.

Assim, o levará melhor desempenho e ao melhor estado de saúde possível com o mínimo de riscos, considerando suas particularidades e sua história de vida. Mesmo para o bacharel em Educação Física são essenciais o entendimento da pedagogia do movimento, dos processos que envolvem aprendizagem motora e das implicações do corpo sobre o desenvolvimento socioafetivo desse sujeito.

Capacidade de pesquisar

Ao contrário do que muitos pensam, o pesquisador não está somente em instituições de pesquisa ou em Faculdades. O pesquisador é aquele profissional que se depara com um desafio em uma situação de seu trabalho e sabe buscar em fontes confiáveis e científicas a possível resposta para a sua prática profissional. Assim, um professor de musculação.

Por exemplo, ao receber um aluno com condromalácia patelar é preciso estudar e pesquisar sobre a doença apresentada. A partir disso, você definirá as melhores estratégias no que diz respeito ao movimento a ser proposto a esse sujeito. Assim, dificilmente o profissional de Educação Física comprometerá agravar a atual condição do aluno. O profissional que sabe pesquisar adquire independência, trabalha com confiança e eficácia e oferece segurança a seus alunos.

Boa apresentação pessoal

Ao contrário do que muitos pensam, ser bonito está longe de ser um pré-requisito para ser um bom Profissional de Educação Física, até porque o conceito de beleza é abstrato e difere de pessoa para pessoa de acordo com suas experiências prévias.

Contudo, um profissional que lida com movimento, estética e saúde tem a obrigação de estar no seu melhor: sempre muito limpo, com vestimentas adequadas (não é porque seu corpo é esteticamente bonito que todos precisam vê-lo exposto a todo momento), cabelos e unhas bem cuidados e em um tamanho que permitam o toque em seu aluno sem o incomodar.

Um português bem falado auxilia muito na comunicação e dá mais crédito ao conteúdo a ser dito pelo profissional. Mochilas, pastas, tênis, agendas sempre em bom estado de limpeza e conservação darão um caráter mais organizado e profissional a seu trabalho.

Capacidade de se Relacionar Com Outros Profissionais

A cada dia se torna mais difícil trabalhar de forma isolada dentro da Educação Física. Diversas são as situações em que o Profissional de Educação Física precisa se comunicar e trabalhar juntamente com outros profissionais visando o bem estar de seu aluno. Por exemplo, no caso de um individuo que procure um professor de academia para emagrecer, ele muito provavelmente já terá passado por um médico endocrinologista, um nutricionista, talvez ainda um psicólogo, dentre outros profissionais. É fundamental a inter-relação entre todos esses saberes que estão direcionados para esse individuo, de maneira que um profissional saiba do trabalho realizado pelo outro, podendo adequar seu planejamento para melhor atender o individuo.

Investimento em materiais, tecnologia e novas formas de aprendizado

Com o avanço veloz na produção do conhecimento nos dias atuais, novas tecnologias, novos materiais de trabalho e estratégias de aulas surgem a todo momento. Obviamente que o profissional de Educação Física não deverá ser escravo de modismos momentâneos, mas manter-se atualizado, participando de congressos científicos em temas de seu interesse ou de eventos de capacitação de caráter mais prático, tudo isso agrega valor ao seu trabalho e o capacita melhor para desenvolver suas funções laborais.

Ética na Educação Física

Aula de Educação Física

O profissional de Educação Física é um profissional graduado por uma Instituição de Ensino Superior, responsável por desenvolver hábitos físicos, prescrever atividades, orientar e acompanhar aqueles que se inserem no domínio da prática da atividade física ou desportiva (OLIVEIRA; SILVA, 2009).

No entanto, para que esse profissional seja bem sucedido é fundamental que o mesmo atue com ética, porque a prática da ética aumenta as chances de oportunidades, além de melhorar a credibilidade do profissional diante a sociedade e aumentar seu valor profissional (BORGES; MEDEIROS, 2007).

O código de Ética dos Profissionais da Educação Física, em seus capítulos II (artigos 4°e 5°) e II (artigos 6° e 7°), apresentam os princípios éticos que norteiam a profissão e elencam as responsabilidades e deveres inerentes à mesma. Todos os graduandos e formados em Educação Física deveriam estudar e refletir sobre esses princípios:

Capítulo II
Dos Princípios e Diretrizes

Art. 4º – O exercício profissional em Educação Física pautar-se-á pelos seguintes princípios:

  1. o respeito à vida, à dignidade, à integridade e aos direitos do indivíduo;
  2. a responsabilidade social;
  3. a ausência de discriminação ou preconceito de qualquer natureza;
  4. o respeito à ética nas diversas atividades profissionais;
  5. a valorização da identidade profissional no campo da atividade física;
  6. a sustentabilidade do meio ambiente;
  7. a prestação, sempre, do melhor serviço, a um número cada vez maior de pessoas, com competência, responsabilidade e honestidade;
  8. a atuação dentro das especificidades do seu campo e área do conhecimento, no sentido da educação e desenvolvimento das potencialidades humanas, daqueles aos quais presta serviços.

Art. 5º – São diretrizes para a atuação dos órgãos integrantes do Sistema CONFEF/CREFs e para o desempenho da atividade Profissional em Educação Física:

  1. comprometimento com a preservação da saúde do indivíduo e da coletividade, e com o desenvolvimento físico, intelectual, cultural e social do beneficiário de sua ação;
  2. atualização técnica e científica, e aperfeiçoamento moral dos profissionais registrados no Sistema CONFEF/CREFs;
  3. transparência em suas ações e decisões, garantida por meio do pleno acesso dos beneficiários e destinatários às informações relacionadas ao exercício de sua competência legal e regimental;
  4. autonomia no exercício da Profissão, respeitados os preceitos legais e éticos e os princípios da bioética;
  5. priorização do compromisso ético para com a sociedade, cujo interesse será colocado acima de qualquer outro, sobretudo do de natureza corporativista;
  6. integração com o trabalho de profissionais de outras áreas, baseada no respeito, na liberdade e independência profissional de cada um e na defesa do interesse e do bem-estar dos seus beneficiários.

Capítulo III
Das Responsabilidades e Deveres

Art. 6º – São responsabilidades e deveres do Profissional de Educação Física:

  1. promover uma Educação Física no sentido de que a mesma se constitua em meio efetivo para a conquista de um estilo de vida ativo dos seus beneficiários, através de uma educação efetiva, para promoção da saúde e ocupação saudável do tempo de lazer;
  2. zelar pelo prestígio da Profissão, pela dignidade do Profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições;
  3. assegurar a seus beneficiários um serviço profissional seguro, competente e atualizado, prestado com o máximo de seu conhecimento, habilidade e experiência;
  4. elaborar o programa de atividades do beneficiário em função de suas condições gerais de saúde;
  5. oferecer a seu beneficiário, de preferência por escrito, uma orientação segura sobre a execução das atividades e dos exercícios recomendados;
  6. manter o beneficiário informado sobre eventuais circunstâncias adversas que possam influenciar o desenvolvimento do trabalho que lhe será prestado;
  7. renunciar às suas funções, tão logo se verifique falta de confiança por parte do beneficiário, zelando para que os interesses do mesmo não sejam prejudicados e evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia;
  8. manter-se informado sobre pesquisas e descobertas técnicas, científicas e culturais com o objetivo de prestar melhores serviços e contribuir para o desenvolvimento da profissão;
  9. avaliar criteriosamente sua competência técnica e legal, e somente aceitar encargos quando se julgar capaz de apresentar desempenho seguro para si e para seus beneficiários;
  10. zelar pela sua competência exclusiva na prestação dos serviços a seu encargo;
  11. promover e facilitar o aperfeiçoamento técnico, científico e cultural das pessoas sob sua orientação profissional;
  12. manter-se atualizado quanto aos conhecimentos técnicos, científicos e culturais, no sentido de prestar o melhor serviço e contribuir para o desenvolvimento da profissão;
  13. guardar sigilo sobre fato ou informação de que tiver conhecimento em decorrência do exercício da profissão;
  14. responsabilizar-se por falta cometida no exercício de suas atividades profissionais, independentemente de ter sido praticada individualmente ou em equipe;
  15. cumprir e fazer cumprir os preceitos éticos e legais da Profissão;
  16.  emitir parecer técnico sobre questões pertinentes a seu campo profissional, respeitando os princípios deste Código, os preceitos legais e o interesse público;
  17. comunicar formalmente ao Sistema CONFEF/CREFs fatos que envolvam recusa ou demissão de cargo, função ou emprego motivadas pelo respeito à lei e à ética no exercício da profissão;
  18. apresentar-se adequadamente trajado para o exercício profissional, conforme o local de atuação e a atividade a ser desempenhada;
  19. respeitar e fazer respeitar o ambiente de trabalho;
  20. promover o uso adequado dos materiais e equipamentos específicos para a prática da Educação Física;
  21. manter-se em dia com as obrigações estabelecidas no Estatuto do CONFEF.

Além das condutas referidas pelo código de ética formal dos profissionais da Educação Física, existem outras de caráter informal, com o mesmo nível de importância para a boa prática da Educação Física. São elas:

  • ser pontual;
  • explicar o que será feito na aula para o(s) aluno(s);
  • não opinar sobre um treinamento físico planejado por um colega de profissão sem saber em qual contexto o mesmo foi criado;
  • quando for substituir um colega respeitar a sua forma prévia de trabalho com aquele aluno ou turma;
  • sempre que entrar em uma sala de aula pedir licença e cumprimentar com respeito o professor que lá já se encontra bem como seu aluno ou sua turma;
  • nunca abordar um aluno de outro colega de profissão oferecendo serviço mais barato sem seu consentimento.

Agindo dessa maneira, se estabelece um código de conduta profissional que dignifica coletivamente a profissão e eleva a credibilidade dos serviços prestados pelos Profissionais da Educação Física à sociedade.

Crise na Educação Física: Mito ou Verdade?

Difícil pensar em algum campo do conhecimento que nos dias atuais não esteja enfrentando um momento de mudanças e ajustes. Segundo o pesquisador  Bauman (2001), a crise é inerente à sociedade moderna. Apesar de parecer, a principio, um momento de aflição social, a crise também possibilita novas formas de reflexão e de se pensar determinado assunto.

Na esfera da Educação Física a crise parece se estabelecer principalmente em relação a sua identidade epistemológica para seus profissionais. Após o aumento da abrangência no campo de atuação da Educação Física (da pedagogia ao esporte, e deste para a saúde), o profissional parece buscar essa identificação científica em outras áreas do conhecimento, porque se sente inseguro e almeja ser reconhecido por algo que sua formação até hoje não lhe ofereceu. Dessa forma, aparecem os vários especialistas em Fisiologia, Biomecânica, Psicologia do Esporte e Sociologia do Esporte, mas poucos em Educação Física. Parece, de fato, que nenhuma dessas especialidades está preocupada com a prática pedagógica da Educação Física.

Bracht (1999) afirma que essa situação se deve ao fato da Educação Física ainda não ser uma ciência, e que a crise de identidade da mesma viria da constatação de que ela depende de outras disciplinas para sobreviver. Chegou-se a afirmar que a crise poderia ser superada caso a Educação Física fosse elevada ao título de ciência, com a definição de objeto, método e linguagem próprios. Contudo, segundo o referido autor, o objeto de uma prática pedagógica não tem as mesmas características de um objeto cientifico.

O objetivo pedagógico da  Educação Física é o ser humano, um objeto que além de biológico, é emocional, cognitivo e social. Dessa forma, é esperado que a Educação Física use de outras ciências para observar e estudar seu objetivo pedagógico em todas as dimensões que ele possui. Tornar-se uma ciência com seu próprio objeto, método e linguagem não resolveria a crise da Educação Física. É preciso nos conscientizar de que ela, como prática de intenção pedagógica, visa analisar o movimento corporal em todas as dimensões que ele apresenta, e que, para tanto, não consegue fazê-lo sozinha, e vai precisar sempre se apoiar em outras áreas do saber para tal.

Dessa maneira, os profissionais da Educação Física poderão ficar mais tranquilos em utilizar referenciais de outras ciências para apoiar sua prática pedagógica. E assim, a dita crise se esvanecerá e ficará apenas a consciência de que a área de atuação da Educação Física é muito complexa e ampla, restando aos profissionais o trabalho de se encontrarem dentro desse vasto campo de atuação.

Para que o profissional de fato, fuja da crise de identidade da Educação Física, além de entender a singularidade de seu objeto de estudo (o ser humano como objeto da prática pedagógica), ele também precisa se encontrar e se reconhecer em um ou mais campos de atuação possíveis em sua profissão.

Para tal, é fundamental que ainda durante sua graduação, o aspirante a profissional de Educação Física comece a planejar sua carreira. Conversas com profissionais experientes e bem sucedidos, participação em cursos e congressos científicos, participação em palestras e eventos, inserção em programas de estágio no seu campo preferido de atuação profissional, tudo isso irá auxiliar o profissional a se identificar com uma área de atuação dentro de tantas possíveis na Educação Física.

Conclusão

Profissional de Educação Física

A Educação Física mudou nos últimos anos e seus campos de atuação aumentaram consideravelmente.  Se há trinta anos atrás as veias pedagógica e do esporte falavam mais alto, hoje, somada a elas temos também o amplo campo de trabalho da Educação Física voltada para a saúde. Essa mudança se refletiu nos currículos de formação profissional em todo o Brasil.

As grades curriculares dos cursos de graduação passaram a formar profissionais diferentes: o professor licenciado que atuaria nas escolas, e o profissional bacharel em Educação Física para atuação em clínicas, academias e centros de reabilitação. O aspirante a profissional de Educação Física passou a ter a difícil missão de decidir qual o seu campo de atuação antes mesmo de ingressar na faculdade.

Se formos capazes de entender que a Educação Física tem um objeto de estudo muito complexo (a prática pedagógica voltada para o ser humano), e que por isso naturalmente irá precisar se apoiar em outras áreas da ciência, ficará mais fácil aceitarmos essa pluralidade de possibilidades de atuação do Profissional dessa área. Sob essa perspectiva,  vivemos hoje não um momento de crise, mas de ajustes às novas possibilidades da profissão.

Integrar a lista de profissões da saúde e ainda assim manter um olhar pedagógico e integral sobre nosso aluno exigiu de nós mais maturidade e compromisso com nossa profissão. Com muito estudo, dedicação, ética e  planejamento de carreira o profissional de Educação Física conseguirá trabalhar com eficiência e segurança, sem crises de identidade e com grande satisfação pessoal e profissional.

REFERÊNCIAS
BRACHT, Valter et al. Pesquisa em ação: Educação Física na escola. Ijuí, RS: Ed. da Unijuí, 2003.
NUNES, Marcello Pereira; VOTRE, Sebastião Josué; SANTOS, Wagner dos. O profissional em educação física no Brasil: Desafios e perspectivas no mundo do trabalho. Motriz, Rio Claro, v.18 n.2, p.280-290, 2012.
OLIVEIRA, A. L.; SILVA, M. F. O profissional de Educação Física e a responsabilidade lega que cerca: fundamentos para uma discussão. Disponível em:              <http://www.uel.br/grupo-estudo/processoscivilizadores/portugues/sitesanais/ anais9/artigos/comunicacao_oral/art4.pdf>. Acessado em 20 de junho de 2017.
BORGES, E.; MEDEIROS, C. Comprometimento e ética profissional: um estudo de suas relações juntos aos contabilistas. R. Cont. Fin. USP, São Paulo, n. 44, p. 60 – 71, Maio /Agosto 2007.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
BRACHT, Valter. A constituição das teorias pedagógicas da educação física. Cadernos Cedes, Campinas, v. XIX, n. 48, p. 69-88, ago. 1999. Disponível em < http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v19n48/v1948a05.pdf >. Acessado em 20 de junho de 2017.22

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